segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Canadá

O Ministério das Relações Exteriores do Canadá, porém, continuou a ser controlado pelo Reino Unido.
Em 1931, segundo os termos do Estatuto de Westminster, o Canadá adquiriu soberania sobre seu Ministério das Relações Exteriores, e qualquer ato aprovado pelo Parlamento do Reino Unido não teria efeito no Canadá sem o consentimento deste.






No norte localiza-se o oceano Ártico, a oeste o oceano Pacífico, e a leste o oceano Atlântico e a Gronelândia.
Sua capital é a cidade de Ottawa.
O Canadá é uma federação, apresentando como forma de governo uma monarquia constitucional e uma democracia parlamentar como sistema político.
Constitui-se dez províncias e três territórios.








O chefe de Estado do país é a rainha Elizabeth (Isabel) II do Reino Unido - um símbolo dos laços históricos do Canadá com o Reino Unido — e o governo é dirigido por primeiro-ministros.
O atual primeiro-ministro do Canadá é Stephen Harper.
O Canadá obteve sua independência em 1 de julho de 1867, do Reino Unido, através da união de três colônias britânicas, a Província do Canadá (atual Ontário e Quebec), a New Brunswick e aNova Escócia.












Quaisquer poderes e direitos que o Reino Unido possuía sobre o Canadá no papel foram removidos no Canada Act (ou Loi de 1982 sur le Canada em francês) de 1982. O gentílico do país é canadense (no Brasil) ou canadiano(a) (em Portugal).
O Canadá é um país de baixa densidade populacional, com seus 32 milhões de habitantes distribuídos em uma área de aproximadamente nove milhões de quilômetros quadrados, o que representa apenas 3,5 habitantes/km²








Cerca de 75% de sua população vive no sul do país, mais exatamente, em uma faixa de aproximadamente 150 quilômetros de largura ao norte da fronteira sul do Canadá com os Estados Unidos, que se estende desde o Oceano Atlântico até o Oceano Pacífico, enquanto o norte do país é escassamente povoado devido ao seu clima severo.
O Canadá é considerado um dos países mais multiculturais do mundo.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Amnistia Internacional













A amnistia Internacional nasceu em 28 de Maio de 1961.
A sua criação teve origem numa notícia publicada no jornal inglês "The Observer" em que era referida a prisão de dois estudantes portugueses por terem gritado «Viva a Liberdade!» na via pública.


O advogado britânico Peter Benenson lançou então um apelo no sentido de se organizar uma ajuda prática às pessoas presas devido às suas convicções políticas ou religiosas, ou em virtude de preconceitos raciais ou linguísticos.
A Amnistia Internacional forma uma comunidade global de defensores dos Direitos Humanos, regidos pelos princípios de solidariedade internacional, acção efectiva no caso das vítimas individuais, cobertura global, a universalidade e indivisibilidade dos Direitos Humanos, imparcialidade e independência e democracia e respeito mútuo."

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

D. Ximenes Belo


D. Ximenes Belo



Biografia


D. Ximenes Belo quinto filho de Domingos Vaz Filipe e de Ermelinda Baptista Filipe, Carlos Filipe Ximenes Belo nasceu na aldeia de Uailacama, concelho de Baucau, na costa norte do Timor Português.
O seu pai era professor primário, faleceu quando o jovem Carlos Filipe tinha apenas dois anos de idade.
Os anos de infância foram passados nas escolas católicas de Baucau e Ossu, antes de ingressar (entrar) no seminário de Daré, nos arredores de Díli, formando-se em 1968. Exceptuando um pequeno período entre 1974 e 1976 quando esteve em Timor e em Macau, entre 1969 e 1981, Carlos Filipe Ximenes Belo repartiu o seu tempo entre Portugal e Roma, onde se tornou membro da congregação dos Salesianos e estudou filosofia e teologia antes de ser ordenado padre em 1980.








De regresso a Timor-Leste em Julho de 1981, Ximenes Belo esteve ligado ao Colégio Salesiano de Fatumaca, onde foi professor e director. Em 1983 se reformou Martinho da Costa Lopes, Carlos Filipe Ximenes Belo foi nomeado administrador apostólico da diocese de Díli, tornando-se chefe da igreja em Timor-Leste, respondendo exclusivamente perante o papa. Em 1988, em Lorium, Itália, foi consagrado como bispo.









A nomeação de Ximenes Belo foi do agrado do núncio apostólico em Jacarta e dos próprios líderes indonésios pela sua aparente submissão.
No entanto, cinco meses bastaram para que, num sermão na sé catedral, Ximenes Belo tecesse veementes protestos contra as brutalidades do massacre de Craras em 1983, perpetrado pela Indonésia.
Nos dias de ocupação, a igreja era a única instituição capaz de comunicar com o mundo exterior, o que levou Ximenes Belo a enviar sucessivas cartas a personalidades em todo o mundo, tentando vencer o isolamento imposto pelos indonésios e o desinteresse de grande parte da comunidade internacional e da própria Igreja Católica.












Em Fevereiro de 1989 Ximenes Belo escreveu ao presidente de Portugal, Mário Soares, ao papa João Paulo II e ao secretário-geral da ONU, Javier Pérez de Cuellar, reclamando por um referendo sobre os auspícios da ONU sobre o futuro de Timor-Leste e pela ajuda internacional ao povo timorense que estava "a morrer como povo e como nação". No entanto, quando a carta dirigida à ONU se tornou pública em Abril, Ximenes Belo tornou-se uma figura pouco querida pelas autoridades indonésias.
Esta situação veio a piorar ainda mais quando o bispo deu abrigo a jovens na sua própria casa que tinham escapado ao massacre de Santa Cruz de (1991) e denunciou os números das vítimas mortais.











A sua obra corajosa em prol dos timorenses e em busca da paz e da reconciliação foi internacionalmente reconhecida quando, em conjunto com José Ramos-Horta, lhe foi entregue o Prémio Nobel da Paz em Dezembro de 1996.
Na sequência deste reconhecimento, Ximenes Belo teve oportunidade de se reunir com Bill Clinton dos Estados Unidos e Nelson Mandela da África do Sul.
Após a independência de Timor-Leste, a 20 de Maio de 2002, a saúde do bispo começou a esmorecer perante a pressão dos acontecimentos que tinha vivido.
O papa João Paulo II aceitou a sua demissão como administrador apostólico de Díli em 26 de Novembro de 2002.






Após se ter retirado, Ximenes Belo viajou para Portugal para receber tratamento médico.
No início de 2004, houve numerosos pedidos para que se candidatasse à presidência da república de Timor-Leste. No entanto, em Maio de 2004 declarou à televisão estatal portuguesa RTP que não autorizaria que o seu nome fosse considerado para nomeação"Decidi deixar a política para os políticos".










Com a saúde restabelecida, em meados de 2004 Ximenes Belo aceitou a ordem da Santa Sé para fazer trabalho de missionação na diocese de Maputo, como membro da congregação dos Salesianos em Moçambique.
D. Ximenes Belo é doutor «honoris causa» pela Universidade do Porto, por proposta da respectiva Faculdade de Letras (investido em Outubro de 2000, juntamente com Xanana Gusmão e José Ramos-Horta).

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Alfred Nobel

Alfred Bernhard Nobel (Estocolmo, 21 de Outubro de 1833 — San Remo, Itália, 10 de Dezembro de 1896) foi um químico e inventor sueco.







A dinamite expandiu-se rapidamente por todo o mundo.




Nobel dedicava muito tempo aos seus laboratórios, de onde saíram outros inventos (já não relacionados com explosivos), tais como a borracha sintética.




Em 1900 foi criada a Fundação Nobel que atribuía cinco prémios em áreas distintas: Química, Física, Medicina, Literatura (atribuídos por especialistas suecos) e Paz Mundial (atribuído por uma comissão do parlamento norueguês).




Em 1969 criou-se um novo prémio na área da Economia (financiado pelo Banco da Suécia), o Prémio de Ciências Económicas em memória de Alfred Nobel.




Mas de facto, esse prémio não tem ligação com Alfred Nobel, não sendo pago com o dinheiro privado da Fundação Nobel, mas com dinheiro público do banco central sueco, embora os ganhadores sejam também escolhidos pela Academia Real das Ciências da Suécia.


O vencedor do Prémio Nobel recebe uma medalha Nobel em ouro e um diploma Nobel. A importância do prémio varia segundo as receitas da Fundação obtidas nesse ano.



Assim, nasceu o Prémio Nobel, concedido todos os anos pela Real Academia de Ciências da Suécia.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Nelson Rolihlahla Mandela

Nelson Rolihlahla Mandela (Qunu, 18 de julho de 1918) é um advogado, ex-líder rebelde e ex-presidente da África do Sul de 1994 a 1999.





Principal representante do movimento anti-apartheid, como activista, sabotador e guerrilheiro.





Considerado pela maioria das pessoas um guerreiro em luta pela liberdade, era considerado pelo governo sul-africano um terrorista.




Passou a infância na região de Thembu, antes de seguir carreira em Direito. Em 1990 foi-lhe atribuído o Prémio Lenine da Paz, que foi recebido em 2002.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Mohandas Karamchand Gandhi










Mohandas Karamchand Gandhi mais conhecido popularmente por Mahatma Gandhi ("Mahatma", do sânscrito "A Grande Alma") (Nova Déli, 2 de Outubro de 1869 — Nova Déli, 30 de Janeiro de 1948).


Foi um dos idealizadores e fundadores do moderno estado indiano e um influente defensor do Satyagraha (princípio da não-agressão, forma não-violenta de protesto) como um meio de revolução.
O princípio do satyagraha, frequentemente traduzido como "o caminho da verdade" ou "a busca da verdade", também inspirou gerações de activistas democráticos e anti-racistas, incluindo Martin Luther King e Nelson Mandela.



Frequentemente Gandhi afirmava a simplicidade de seus valores, derivados da crença tradicional hindu: verdade (satya) e não-violência.









segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Marthin Luther King JR

Martin Luther King Jr nasceu em 15 de janeiro de 1929 em Atlanta na Georgia, filho primogênitode uma família de negros norte-americanos de classe média. Seu pai era pastor e sua mãe era professora.

Com 19 anos de idade Luther King se tornou pastor e mais tarde se formou teólogo no Seminário de Crozer.
Também fez pós-graduação na universidade de Boston, onde conheceu Coretta Scott, uma estudante de música com quem se casou.
Em seus estudos se dedicou aos temas de filosofia de protesto não violento, inspirando-se nas idéias do indu Mohandas K. Gandhi.

Em 1954 tornou-se pastor da igreja batista de Montgomery, Alabama.




Em 1955, houve um boicote ao transporte da cidade como forma de protesto a um acto discriminatório a uma passageira negra, Luther King como presidente da Associação de Melhoramento de Montgomery, organizou o movimento, que durou um ano, King teve sua casa bombardeada.







Foi assim que ele iniciou a luta pelos direitos civis nos Estados Unidos. Em 1957 Luther King ajuda a fundar a Conferência da Liderança Cristã no Sul (SCLC), uma organização de igrejas e sacerdotes negros.









King tornou-se o líder da organização, que tinha como objetivo acabar com as leis de segregação por meio de manifestações e boicotes pacíficos.





Vai a Índia em 1959 estudar mais sobre as formas de protesto pacífico de Gandhi.

No início da década de 1960, King liderou uma série de protestos em diversas idades norte-americanas.

Ele organizou manifestações para protestar contra a segregação racial em hotéis, restaurantes e outros lugares públicos.

Durante uma manifestação, King foi preso, tendo sido acusado de causar desordem pública.


Em 1963 liderou um movimento massivo, "A Marcha para Washington", pelos direitos civis no Alabama, organizando campanhas por eleitores negros, foi um protesto que contou com a participação de mais de 200.000 pessoas que se manifestaram em prol dos direitos civis de todos os cidadãos dos Estados Unidos.


A não-violência tornou-se sua maneira de demonstrar resistência. Foi novamente preso diversas vezes.

Neste mesmo ano liderou a histórica passeata em Washington onde proferiu seu famoso discurso "I have a dream" ("Eu tenho um sonho").

Em 1964 foi premiado com o Nobel da Paz.





Os movimentos continuaram, em 1965 ele liderou uma nova marcha.





Uma das conseqüências dessa marcha foi a aprovação da Lei dos Direitos de Voto de 1965 que abolia o uso de exames que visavam impedir a população negra de votar.







Em 1967 King uniu-se ao Movimento pela Paz no Vietnam, o que causou um impacto negativo entre os negros.






Outros líderes negros não concordaram com esta mudança de prioridades dos direitos civis para o movimento pela paz.








Em 4 de abril de 1968 King foi baleado e morto em Memphis, Tenessee, por um branco que foi preso e condenado a 99 anos de prisão.

Em 1983, a terceira segunda-feira do mês de janeiro foi decretada feriado nacional em homenagem ao aniversário de Martin Luther King Jr.'s.